Ao falar sobre o Setembro Amarelo, fico refletindo sobre a relação que temos consigo mesmo e com a nossa saúde, principalmente com a nossa saúde mental…

Supondo que você ou alguém que você ama esteja com dor de dente… Será que alguém diria algo como: seja forte, tente arrancar seu dente você mesmo, faça uma auto obturação, leia algumas dicas na internet, converse com alguém que trabalhe fazendo dentes de porcelana ou ainda mesmo “deixe de lado, uma hora vai passar”?

Acho difícil pensar em uma cena assim acontecendo…

Então por que será que quando se trata de saúde mental, emoções, sentimentos e traumas é dito que devemos fazer coisas nesse sentido ao invés de buscar ajuda de profissionais que realmente estudaram e estudam e que vão poder ouvir de forma qualificada e capaz o sofrimento que enfrentamos?

Por que pensamos que nossos sofrimentos não são dignos de buscarmos ajuda? Ou seja, que nós mesmos não precisamos e até mesmo merecemos ajuda?

Por que pensamos que precisamos dar conta de nossa saúde mental sendo que na maioria das vezes o raciocínio é visto como tudo bem não darmos conta de nossos dentes, dos nossos órgãos, dos nossos ossos e até mesmo de alguns aparelhos e utensílios que usamos no dia a dia e buscarmos profissionais qualificados?

Creio que seja importante pensarmos sobre a importância de deixarmos o preconceito de lado, antes que as situações se tornem insuportáveis.

É preciso buscar ajuda para então construirmos novas formas de enfrentar os desafios da vida e então nos reinventarmos, fortalecermos, compreendermos e principalmente nos acolhermos!

Setembro amarelo: um tempo de conscientização, amor próprio e prevenção!

Afinal, é importante lembrar que não é preciso que o pior aconteça para começarmos a pensar em nós mesmos e agirmos de forma preventiva, pedir ajuda, apoio e compreensão!

Posts relacionados:
http://psicologiadescomplicada.com.br/2019/09/01/setembro-amarelo/

http://psicologiadescomplicada.com.br/2018/09/14/se-permita-florescer/http://psicologiadescomplicada.com.br/2018/09/14/se-permita-florescer/